sexta-feira, 18 de junho de 2010

Mídia na História

Olá caro leitor, cá estou outra vez, hoje vamos rever coisas que vimos ou deveríamos ver na escola, naquelas incessantes aulas de história, ou de estudos sociais a quem é um pouco mais velho.

Pois bem, a história do nosso Brasil é estudada por nossos jovens começando com o descobrimento, o que torna o ensino histórico um pouco maçante e cansativo, entretanto, a história começa a ficar mais interessante conforme se aproxima dos dias de hoje, eu uso como exemplo a Era Vargas, e o fim da Republica Velha.

Uma grande parte dos alunos de Ensino Médio (digo isso com propriedade, pois sai do mesmo há dois anos) não mostra interesse algum pela historia do nosso país, todavia, eu sempre nadei contra a corrente, então aquilo tudo de fatos históricos me envolvia e me deixava intrigado a pesquisar e cada vez mais descobrir coisas novas.

Antes que vocês me perguntem o que isso tem a ver com mídia, principal tema do blog, digo-lhes que ao fazer uma pesquisa sobre a Revolução de 30 e a Revolução Paulista de 32, eu conheci fatos que antes não tinha visto, nem mesmo no Ensino Médio, e são esses fatos que aqui conto, pois, quero passar essa historia real para todos aqueles que querem estudar jornalismo, ou que de forma passiva se interessam pelo assunto, iremos ver aqui um traço de um assunto que é muito discutido, a ética no jornalismo.

Antes de entrarmos a fundo no assunto de mídia, é preciso que se conheça alguns personagens, um deles é João Pessoa, hoje a capital da Paraíba, leva seu nome como forma de homenagem, mas quando em vida, quem foi João Pessoa?

Nascido em Umbuzeiro (terra do ilustre Assis Chateaubriand), João Pessoa se tornou político por influencia do tio Epitácio Pessoa, e seu ápice na historia nacional se deu em 1930, quando aceitou ser candidato a vice-presidência, assim, apoiando Getulio Vargas na revolução de 30.

João Pessoa poderia passar despercebido na historia nacional, pois, não era o único a apoiar Getulio naquela época e seu influencia política na Paraíba, não serviria de muita coisa para ser lembrado até hoje, porém sua morte foi o estopim para a Revolução de 30, e assim, João Pessoa até hoje é lembrado na historia da nossa Republica.

Caro leitor, é a partir de agora que vamos discutir sobre mídia, pois é ela que está relacionada a morte de João Pessoa, porém, antes de mergulharmos nesse mar da ética jornalística, vamos conhecer um pouco mais sobre o nosso outro personagem da vida real, João Dantas.

Quis o destino que Pessoa e Dantas tivessem o mesmo nome, João. Mas não é somente o mesmo nome que os aproxima, João Dantas foi um jornalista paraibano que tinha grande como inimigo político João Pessoa, de forma natural Dantas não concordava com a ideologia de Pessoa no comando da Paraíba, e usava a imprensa, já que era jornalista, para atacar João Pessoa, e a briga deles se estendiam pelos jornais paraibanos, porém, o cunho político dessa briga foi deixando de lado, quando por ordem de João Pessoa, a Polícia Paraibana invadiu o escritório de João Dantas e apoderou-se de objetos do jornalista, entre outras coisas, os policias levaram com eles, cartas de amor, sim caro leitor, cartas de amor! João Dantas mantinha um caso com a poetisa Anayde Beiriz.

O jornal estatal, 'A União' , fazia suspense diariamente, ao comentar sobre documentos imorais que haviam sido encontrados no escritório de João Dantas, além de acrescentar que os interessados poderiam ter acesso ao material, na sede da Polícia, os mais íntimos de João Pessoa sabiam que nada era publicado no jornal oficial, sem sua aquiescência, e a correspondência veio a público, dias depois da invasão

A relação amorosa de Anayde e Dantas caiu na mídia, como hoje cai uma fofoca, porém, essa historia de perdeu no sentido light do jornalismo, e estampou as paginas mais hard, ou seja, as paginas policiais

A confeitaria gloria foi o local, João Dantas disparou e matou João Pessoa, aquele momento havia entrado pra historia, mais que motivos políticos, aquela morte levava um motivo pessoal, e a mídia meus caros, foi uma verdadeira arma, pois Dantas disparava com palavras seu descontentamento com o governo de Pessoa, e o então governador da Paraíba retribuía, usando um jornal estatal para atacar João Dantas.

A ética passou longe desse caso, e o rastro de sangue criado é impossível de ser limpo da historia brasileira, vale dizer que após a morte de João Pessoa, o povo paraibano criou a imagem de herói ao político que hoje dá nome a capital, renegados por todos, João Dantas e Anayde Beiriz cometeram suicídio (a poetisa foi enterrada como indigente).

Eu gostaria de pedir agora a sua opinião caro leitor, a que ponto a mídia pode acabar coma vida de uma pessoa pública? As palavras realmente tem poder? Vale ressaltar minha fonte de pesquisa, e para quem quiser ler e conhecer mais a historia dos personagens aqui citados, o site “recanto das letras” reproduziu um texto de 2005, postado no site do governo paraibano, no link abaixo, vocês podem acessar e ler esse texto, dê sua opinião!

(http://recantodasletras.uol.com.br/resenhas/564974)

segunda-feira, 7 de junho de 2010

O Encontro das Damas

Quem pode presenciar do seu sofá na madrugada de ontem o SBT, saberá do que eu estou falando, na madrugada de ontem, ao terminar o programa Silvio Santos, por volta da meia noite, uma vinheta que a muito não tocava, abrilhantou a madrugada de Domingo, [...] Lá vem ela, Marília Gabi Gabriela [...]
È isso mesmo caro amigo leitor e internauta, ontem Marília Gabriela fez ressurgir o seu programa de entrevistas “De frente com Gabi” e como a própria jornalista definiu, sua volta ao SBT não poderia ter sido melhor, de frente com a entrevistadora esteve a sempre elegante rainha da televisão, Hebe Camargo.
Marília Gabriela, (com a qual tomo a intimidade de fã de chamar de Gabi) talvez estivesse mesmo precisando voltar a uma emissora de TV aberta, pois, para quem não sabe, desde 2002 a entrevistadora esteve no GNT, canal de TV fechada do grupo GLOBOSAT, pertencente ao Grupo Rede Globo.
Trocar “a emissora plin-plin” pela “emissora mais feliz do Brasil” deixou Gabi novamente aos olhos de todos, e para aqueles que gostam de ‘zapear’ os canais na madrugada atrás de boa programação, o “de frente com Gabi” se torna um prato cheio, pois sempre carrega a certeza de bons entrevistados e de boas perguntas, daquela que é a melhor entrevistadora do Brasil.
E por falar nisso, já na Madrugada de ontem, Gabi teve o prazer estampado no rosto, e mesmo com seus 62 anos, parecia uma criança ganhando um presente de natal; a amizade com Hebe Camargo, deixou a entrevista ainda mais gostosa de se ver, claro que sou suspeitíssimo para falar, pois amo o gênero entrevista e é um dos meus objetivos profissionais, entretanto, com o olhar critico de telespectador e não de estudante sonhador, posso garantir que o programa foi de qualidade, como sempre, uma espécie de padrão Marília Gabriela.

Papo com a Hebe
Como já citei acima, o fato de Hebe e Gabi ser amigas, quebrou qualquer tipo de insegurança que poderia existir, o que deixa a entrevista mais leve e divertida, pois dessa forma, a Gabi nada precisa fazer para ‘quebrar o gelo’ e nem mesmo introduzir a principio questionamentos leves e desinteressantes a fim de estudar o entrevistado, ontem nada disso foi presenciado.
Hebe Camargo, a rainha da televisão como sempre foi divertidíssima e para provar essa suavidade e leveza da entrevista, qual eu citei acima, o primeiro tema abordado foi a doença que Hebe teve a alguns meses, o Câncer constatado, o tratamento e o pós Câncer foram abordados de forma elegante e respeitosa por parte da Gabi e respondido com seriedade, irreverência e prontidão por Hebe Camargo.
Claro que o tema televisão não poderia ficar de fora, e Hebe contou um pouco mais sobre sua carreira e fez ainda criticas a qualidade da TV brasileira hoje, em um trecho da entrevista Hebe ressalta essa crítica, diz que mulher de fio dental é um desrespeito ao telespectador e que bunda e peito grande não é talento.
Hebe por vezes elogiou Gabi, mas não de forma chata e maçante como costumam ser os elogios de famosos, aquele grude e ‘melação’ sem noção não existiu, pois diferente do puxa-saquismo, aqueles elogios eram reais e sinceros.
A conversa se abriu em um leque de assuntos diversos, televisão, saúde, amores, homens, mulheres e a vida de uma forma geral, chega ser impossível destacar tópicos de assuntos, pois, não houve uma entrevista do tipo ping-pong ( perguntas e respostas) mas sim um diálogo, onde uma discordava da outra elegantemente, e aceitava o ponto de vista distante do seu.
A rainha da TV não fugiu de nenhuma pergunta, respondia na lata tudo que lhe era perguntado, e Gabi também não deixou de perguntar nada, se sentiu em casa para explorar o mundo da amiga;
O papel de admiradora estava estampado na cara de Gabi, mas quem não admira Hebe Camargo? O Brasil ama essa mulher e por isso, o jeitinho fã de jornalista da entrevistadora não mudou o rumo e nem a qualidade da entrevista.

Marília Gabi Gabriela
Sem querer ser repetitivo, mas talvez já sendo, pessoalmente sou suspeito para falar de Gabi, fã do formato e do gênero de seu programa e de sua imagem de entrevistadora, procurei me abster do desejo de fã e tentei ser o mais neutro possível, e desta forma ‘peneirei’ minha opinião para postar aqui, e quero ler uma opinião inversa as que aqui estão expostas.
Desejo como fã que Marília Gabriela siga com a veracidade do seu programa e que o queridíssimo Silvio Santos não a tire do ar, pois apesar do programa começar bem tarde, as madrugadas de domingo nunca estiveram em tão boas mãos; a responsabilidade está entregue ao talento daquela que é a dama da entrevista aqui no Brasil, para quem assim como eu, é fã de programas de entrevistas, fica a dica, podemos ver na TV aberta de segunda a sexta o Programa do Jô, e aos domingos Marília Gabriela, com o "De frente com Gabi"

segunda-feira, 31 de maio de 2010

Malandragem Paulista

Olá Amigos leitores, dias atrás, recebi em minha casa a revista ‘Em dia’, um veiculo de informações e entretenimento de distribuição gratuita na região do Tatuapé, Anália Franco e Mooca.
A revista é conhecida por trazer em suas capas, personalidades que são homenageadas ou entrevistadas, e apesar da quantidade enorme de publicidade que deixa a revista em pé, os conteúdos são sempre interessantes, e alguns deles de cunho não só curioso, mas também refletivo: coisas como Educação, cultura, etc.
A edição de numero 106, essa que recebi em casa dias atrás, trouxe na Capa, a foto de um senhor, terno preto, camisa branca, uma gravata borboleta de bolinhas, chapéu na cabeça e um sorriso na cara, como todo seu jeito de malandro, o título da revista, entrega o personagem que estou citando, 100 anos Adoniran Barbosa.
Não titubeie em abrir a revista e ler, a matéria de Adoniran está encantadora, apesar de pequena, ela conta coisas interessantes da vida de João Rubinato, verdadeiro nome do musico que teve até a certidão de nascimento alterada para trabalhar mais cedo, historias cheias de riquezas que ilustram a vida do malandro paulista, que na minha opinião foi o autentico homem de São Paulo, que descrevia os bairros nas letras das canções de forma encantadora.
Quem não se lembra da saudosa maloca? Quem nunca teve vontade de ir ao samba do Arnesto, no Brás?
O bom humor de Adoniram esteve presente também em seu linguajar que fazia questão de preservar, como um homem do interior, ele dizia palavras como ‘voltemo’, ‘fumu’ e isso não pode ser confundido com ignorância, pois de tolo Adoniram não tinha nada, tolo mesmo é quem pensa que ele só foi um cantorzinho qualquer, o maior sambista de todos os tempos foi inteligente, foi criativo, foi malandro e ainda é um ídolo, pois diversas pessoas ainda lembram-se do boêmio malandro paulista, esse blogueiro que aqui vus escreve é suspeito para falar algo sobre Adoniran, afinal sou fã incondicional e lamento não tem o visto aqui na terra, Adoniran morreu aos 72 anos, sem muito dinheiro, pois a maioria de seus lucros com musica, gastava na noite.
A revista “Em dia” ainda dá dicas, que repasso aqui, quem é fã ou quer conhecer melhor a historia de Adoniran,

O museu Memória do Bexiga tem acervo de objetos pessoais, e funciona das 14h ás 18h de Terça a Sexta na:
Rua dos Ingleses, nº118- Telefone para informações 3262-3156

Além do museu, existe um livro sobre a biografia de Adoniran, o autor Celso de Campos Jr, escreveu pela editora globo o que parece ser belas páginas de biografia, o livro pode ser encontrado na melhores livrarias da cidade.

Em 1972, foi gravado um DVD do programa Ensaio, denominado Biscoito Fino, e já tive o prazer de assistir um trecho desse show e recomendo.

Para terminar a postagem, gostaria de parabenizar a Revista “Em dia” que escolheu publicar nessa edição a matéria sobre Adoniran, o que me deu idéia de publicar essa postagem, aos amigos leitores fica as dicas que dei e aproveitem para conhecer melhor a vida desse ícone da musica brasileira e mundial.

sábado, 29 de maio de 2010

Que Papo é esse?

Olá amigos leitores, na tarde de ontem vi uma noticia um tanto quanto triste na internet, em um site americano de noticias, a seguinte manchete me surpreendeu: “Gary Coleman of diff'rent stonkes' Dead at 42”
Sem acreditar, ou pensando que fosse uma brincadeira do site, busquei informações nos sites brasileiros de notícias, o G1, por exemplo, e lá estava a verdade, morreu aos 42 anos Gary Coleman.
Se você ainda está se perguntando quem foi Gary Coleman, não se preocupe você saberá quando ligarmos o nome do ator ao do personagem.
Famoso pela serie Diff’erent Storkes, Gary Coleman interpretou o papel do irreverente Arnold, um garoto negro que junto com seu irmão é adotado por um homem rico, que antes era patrão da mãe dos meninos, Arnold e Willis (Todd Bridges) são levados para a casa do Sr Drummond (Conrad Bain) que após criar amor por eles, os adota, a serie retratava temas do cotidiano como racismo, relações familiares, além de temas mais pesados como pedofilia, entre outros.
Ao pesquisar a ‘vida’ dessa serie, encontrei uma definição:

Diff'rent Strokes (Minha Família é uma Bagunça na Nickelodeon e Arnold no SBT) foi uma sitcom norte-americana que foi exibida de 1978 a 1985 no canal NBC, e de 1985 a 1986 no canal ABC. No Brasil, a série só foi exibida pela primeira vez no restrito canal a cabo Retro TV, em 2004. Em 2005 ganhou aparição aos fins de semana na Nickelodeon, dentro do quadro Nick At Nite. Em meados de 2009, o SBT apostou na série, que foi exibida de segunda a sábado, às 13:15.

Pesquisei mais a fundo toda a historia da serie, e também o elenco, e descobri uma historia bem triste.
Dana Plato, a Kimberly da serie, não teve uma vida muito fácil, após o sucesso no programa infantil, a atriz caiu no esquecimento, e teve papeis secundários em filmes e series, o que a obrigou participar de filmes adultos, com esse sofrimento na profissão, Dana começou a ter depressão, tomar remédios e acabou cometendo suicídio.

Conrad Bain, que na serie era o Sr Drummond, é talvez um dos poucos no elenco que esteve com a carreira equilibrada, hoje aos 87 anos, o ator canadense está um pouco afastado da TV, do cinema e do teatro, porém em 2007 fez uma participação em uma serie chamada Wizards of Waverly Place.

Nedra Volz, que na serie fazia o papel de Adelaide, a segunda governanta da casa, (a primeira era feita por Charlotte Era) faleceu no ano de 2003 com 95 anos, e em sua carreira sempre fez papéis de avós, senhorinhas indefesa, etc.
Nedra teve a carreira com bastantes trabalhos, e deve ter morrido feliz, já que sempre fez o que gostava.

Charlotte Rae, que na serie fazia o papel de Edna Garret, a primeira governanta da casa, ainda esta viva, e além de atriz é cantora, deve estar se dedicando a música, já que em minha pesquisa não encontrei nada que pudesse ser relevante na função de atriz.

Todd Bridges, que na serie interpretava Willis (irmão de Arnold) está com 42 anos e sempre teve uma carreira oscilante, o seu talento mirim, fez com que sua família o levasse para Califórnia, em busca dos seus sonhos, e assim foi, participou de algumas series já com seis anos e se tornou sucesso mesmo na serie Diff’erent Strokes em 1978 quando o criador do sitcom resolveu criar esse personagem, com essa onda do personagem Willis, Todd foi chamado para outros diversos papéis, e foi o orgulho da família até 1986, quando Diff’erent Storkes acabou e junto com o fim da serie de sucesso a vida de Todd também iria mudar, por ter criado um estereótipo com o personagem, nunca era lembrado e convidado a nada, sua carreira estava em declínio o que foi crucial para que o jovem se envolvesse com drogas, até ser preso, o garoto de sucesso era a partir daí, um marginal.
Em 2000, já limpo da drogas, Todd recomeçou a carreira como ator com a ajuda de seu irmão, e já no primeiro ano de nova etapa de vida, fez um programa especial de TV, chamado ‘after Diff’erent Storkes’ (depois de “Diff’erent Storkes”) uma espécie de documentário que mostrava o que havia acontecido com cada um dos atores depois do sucesso da serie.
O publico irá reconhecer Todd, pois nos dias hoje a Record mostra outra serie de humor de muito sucesso: “Every Body Hates Chris” no Brasil, “todo mundo odeia o Chris” gravada em 2005, (porem, Todd só entra em 2007) a serie retrata a vida do humorista Chris Rock. No papel de Monk, um cômico rapaz louco por guerra, Todd mostrava de novo seu talento na TV.

Enfim, chegamos a Gary Coleman, porém não há muito que falar sobre ele, o sucesso de Arnold é com certeza o papel mais brilhante de sua carreira, porém a sua vida foi tão conturbada quanto seu sucesso, veja aqui nesse trecho da pesquisa:
Gary Coleman (Ilinois, 8 de fevereiro de 1968 - Utah, 28 de maio de 2010) foi um ator americano.
Foi protagonista da série Diff'rent Strokes (Minha Família é uma Bagunça ou Arnold, 1978 - 1986). Devido a uma disfunção renal que o impossibilitou de crescer, ele parecia ser uma criança de oito anos até o último ano da serie 1986. Tornou-se astro da noite para o dia, aparecendo em comerciais e estrelando em 1982 o seu próprio desenho animado - The Gary Coleman Show (exibido no Brasil pela Rede Manchete, com o nome Andy, o Anjinho da Guarda).
Com o fim de Diff'rent Strokes em 1986, Gary passou a fazer pequenas aparições em séries e filmes, até que foi sendo esquecido pelos produtores e pelo seu público. Tentou suicídio duas vezes e mais tarde processou seus pais e empresário, por roubarem todo o seu dinheiro. Quando estava em um shopping de Los Angeles, esmurrou uma fã, que insistentemente queria seu autógrafo. Foi preso e processado a pagar as despesas médicas da vítima
Em 2001, falido e com dívidas, arrumou um emprego como segurança também em um shopping de Los Angeles. Em 2003 concorreu ao governo da Califórnia e perdeu para outro ator, Arnold Schwarzenegger. Desde então, fez aparições esporádicas na TV. A última foi na série Drake & Josh (também exibida pelo canal Nickelodeon), no episódio "The Gary Coleman Grill", em uma gozação com o famoso George Foreman Grill
Gary também fez uma pequena aparição em dois episódios da série My Wife and Kids (Eu, a Patroa e as Crianças, no Brasil), onde seu nome era mencionado no sonho de Michael Kyle (personagem de Damon Wayans): "Kady será baixinha e bonitinha pra sempre, assim como Gary Coleman" e em outro onde é carregado por Shaquille O'Neal.
Em 1996, Gary Coleman e Conrad Bain fizeram seu papel em Diff'rent Strokes para o final da série The Fresh Prince of Bel-Air (Um maluco no Pedaço), episódio intitulado "Eu, Feito Parte 2". Em sua cena, eles fazem referência ao Willis pelo seu nome antes de encontrarem o personagem de Will Smith, levando a Coleman a fazer uma variação do seu slogan, "What'chu talkin 'about, Will?"(Que papo é esse, Will?). Além disso, em 1994, Coleman apareceu em um episódio de Married ... with Children, interpretando um inspetor de código de construção que Al Bundy chama para relatar uma garagem clandestina. Quando Kelly reconhece, ele nega qualquer ligação com Arnold Jackson, mas expressa o seu slogan para Al, "What'chu talkin 'about, Bundy?"(Que papo é esse, Bundy?).
Por possuir uma disfunção nos rins, o ator não cresceu e media 1,42 m. Após a série Arnold esteve envolvido em várias confusões veiculadas em tabloides como tentativas de suicídio, processos contra seu empresário e seus pais e desavenças com fãs
Como se pode ver, Gary Coleman teve uma vida muito oscilante, e foi do luxo ao lixo, o que nos resta é continuar vendo pelo SBT a melhor parte de Arnold e, pois, mais que eu ainda não queira acreditar, Gary morreu e a primeira frase que veio na minha cabeça quando li a frase foi: Ele morreu?, “Que papo é esse?”

quarta-feira, 19 de maio de 2010

Raul Gil no SBT

Revelar talentos é com ele mesmo, com seus 72 anos, Raul Gil está de saída da Bandeirantes, após cinco anos na emissora, o apresentador vinha se dizendo insatisfeito, e por isso aceitou um convite da emissora mais feliz do Brasil, é assim que se auto intitula a emissora de Silvio Santos.
Raul Gil tomará conta do horário de sábado, que antes era do apresentador e agora político Netinho de Paula, que pediu afastamento da emissora, para gerenciar sua carreira política, já que estamos em ano de eleições, e acredito que com Raul Gil seguira também o formato de seu programa, afinal desde sempre o ‘Programa Raul Gil’ é conhecido por revelar jovens talentos musicais, e com o perdão ao trocadilho, para o ele, eu tiro meu chapéu, pois são poucos aqueles que dão oportunidades para esses jovens talentos que tem como sonho seguir na carreira musical.
Em toda sua vida como animador de auditório, Raul Gil já passou pela maioria das emissoras, exceto a Rede Globo.
O novo desafio de Raul Gil será comandar um programa que agrade ao seu novo patrão Silvio Santos, que é conhecido por retirar do ar programa que não faz sucesso com seu público, porém, pessoalmente acredito no trabalho de Raul Gil e de toda sua equipe que conta com a participação do seu próprio filho, o Raulzinho, como é conhecido no meio artístico.
O SBT ainda não anunciou oficialmente a contratação do apresentador, mas o que se sabe é que no contrato existirá divisão entre os custos e ou lucros do programa, sem um salário definido.
Nesta Terça feira, Raul Gil gravou seu último programa pela Band, nos estúdios da Rua Radiante, número 13, no Morumbi.
Na manhã de hoje, ouvindo a rádio Tupi AM, aqui de São Paulo, me deparei no programa do radialista Ricardo Leite com a seguinte enquete: Você acredita que o Raul Gil deveria se aposentar? E logo em seguida o locutor pedia a participação de seus ouvintes, ouvi algumas opiniões expressas ali uma das ouvintes disse que o tempo de Raul Gil já passou e que ele deveria sim se aposentar, na hora pensei em colocar isso aqui no blog e questionar a vocês queridos leitores, será mesmo que Raul Gil não é importante para a Televisão? Mesmo depois de ter revelado e dado oportunidade para pessoas tão talentosas, reflita e dê sua opinião.

terça-feira, 18 de maio de 2010

Teorias da Comunicação

Olá amigos leitores, depois de apresentar algumas teorias, fica aqui a dica, no meio jornalístico, nada é certo e nada é errado, ou seja, tudo é questionável, pessoalmente isso é o que mais me encanta, pois diferente de matérias exatas, onde um mais um é dois, nas humanas, como o jornalismo, o foco maior é na pessoa humana, ou seja, cria um ponto de vista, que faz as pessoas pensarem e criarem uma opinião sobre aquilo, desta opinião surge aquilo que não condiz com a sua verdade, e então é questionado, se entende o que foi passado e se cria um novo com os erros do passado, difícil de entender? Calma, vou facilitar um pouco a vocês.
Nas duas teorias que postei aqui no blog, Teoria do Espelho e Teoria do Gatekeeper, alguns pontos são levantados, como a noticia sendo uma verdade absoluta, isso na idéia de Teoria do espelho, mas então, ao entender a Teoria do espelho, podemos pensar, mas quem disse que as noticias são espelho da realidade? Para contestar essa teoria, surge a do Gatekeeper, e acreditem, não para por ai, são muitas teorias estudadas, e sempre nessa função de contestar a anterior dando ênfase a aquilo que não foi mencionado ou estudado por outras, mas então, você estará se perguntando, qual é a Teoria correta? Então eu repito o que disse anteriormente, não existe certo e errado no jornalismo, cada empresa jornalística trabalha com a teoria que mais agrada, a que cabe em sua ideologia de trabalho.
Depois de termos visto a Teoria do Espelho e a Teoria do Gatekeeper; deixo aqui uma dica e um pedido, você que trabalha com comunicação, ou se interessa pela área, você que assim como eu é aluno universitário, e você que pensa em ingressar neste curso na universidade, é preciso se aprofundar nestas teorias e entende-las, além de interessantes, todo bom profissional deve conhecer a forma ideológica com que sua empresa trabalha, por isso meu conselho é que se faça a leitura de um livro chamado: “Teorias da comunicação” do autor Mauro Wolf.
Espero que busquem informações e que tenham gostado, pois esse assunto é vasto, interessante e atual.

sexta-feira, 7 de maio de 2010

Teoria do Gatekeeper

Olá queridos amigos internautas, estava um pouco afastado do blog, mas, venho trazendo novidades, há um mês, mais precisamente no dia 7 de abril de 2010, em uma quarta-feira, eu apresentei a vocês, a Teoria do Espelho, porém, como já bem sabemos a teoria do espelho não é a única existente, e assim, apresento-lhes agora a Teoria do Gatekeeper, quem vem para contestar o que é dito pela Teoria do Espelho, vamos a ela?
A teoria Gatekeeper, ou Teoria da Ação Social, como também é chamada, surgiu nos anos 50, como uma forma de respeito ao jornalismo e ao seu poder.
Essa teoria acredita que o processo de produção da informação é um processo de escolha, na qual o fluxo de notícias tem que passar por diversos "gates" (portões), até sua publicação.
Para que você possa entender melhor, querido leitor, vamos entender a palavra Gatekeeper
"Gate" como já foi dito aqui, significa portão (tradução da palavra em inglês)
"Keeper" tem o significado de guardião, zelador, porteiro

Assim, podemos dizer que ao pé da letra, a tradução para Gatekeeper, seria guardião do portão, ou somente porteiro.
Porém, é evidente, que se traduzida não teria o mesmo impacto e/ou glamour que tem, pois a Teoria do Gatekeeper parece tão mais forte que Teoria do Porteiro.
Essa teoria defende que há intencionalidade, o que contesta a Teoria do Espelho, pois assim, o jornalista não é mais considerado imparcial, e sim fator primordial ao que vai ou não para o ar.

A teoria esbarra em alguns limites:

a)Analisa a Notícia apenas a partir de quem a produz

B)Esquece que as normas profissionais interferem no processo

C) Desconsidera a estrutura Burocrática e a desorganização

Em linhas gerais, para finalizarmos, podemos dizer então, que a Teoria do Gatekeeper dá o poder total ao jornalista, que escolhe o que passará pelos "portões" e o que ficará, porém, os três limites expostos acima, mostram que na teoria do Gatekeeper existem alguns erros, que serão questionados e contestados na próxima teoria que é a Teoria Organizacional.
Assim, finalizamos dizendo: A teoria do Gatekeeper pressupõe que as noticias são como são, porque os jornalistas assim as determinam.

Em Breve, eu trago a Teoria Organizacional para vocês!