sábado, 11 de dezembro de 2010

Matéria - Complexo Viário Pe. Adelino

Olá amigos, quem acompanha o blog lê as minhas justificativas para tantos atrasos de uma postagem á outra, e entre as “desculpas” está o que vou apresentar no post de hoje, a primeira matéria de TV que participei na universidade, e foi fantástico trabalhar com pessoas como Larissa Leonardi, Tatianne Francisquette, Elizabeth Costa e Walace Toleto, foi duro conseguir as bases para esse trabalho, discutimos no meio do percurso, mas somos amigos de verdade e também uma equipe que procurou ser o mais profissional possível e encaramos como uma missão e não como um simples trabalho de faculdade.

Nos momentos de dificuldade contamos com o apoio dos funcionários do laboratório de Rádio e TV da universidade, Danilo, Jéssica, Edgar MS, e principalmente do Jeferson Barbosa que ajudou a editar e a gravar, além disso, o apoio também de outros grupos, e amigos como João Pontaltti e Ingrid Taveira, na verdade, a sala toda deu muito apoio e recebemos idéias e sugestões de entrevistados, de planos.

O trabalho não teria existido se não fosse a queridíssima mestra, professora e amiga Regina Tavares, que nos auxiliou na escolha do tema, e em como abordá-lo, recebeu nossas idéias malucas e conseguiu filtrar o que havia de bom... Enfim, produzir esse trabalho foi trabalhoso, mas foi prazeroso.

Queria agradecer também ao nosso agora amigo, Vagner Landi, urbanista e engenheiro conhecido na região do Tatuapé, que nos recebeu em seu escritório e nos atendeu com uma educação peculiar, cedendo informações necessárias para a construção da matéria.

O nosso muito obrigado, a todos que participaram direta e indiretamente na produção dessa matéria

O resultado final você vê agora... clicando no link abaixo.

http://www.youtube.com/watch?v=a1seYuou-j0

quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

Rafinha Bastos

Rafael Bastos Hocsman, o famoso Rafinha Bastos, sim ele é assunto da postagem de hoje, e por que? Simplesmente porque é um dos maiores talentos da comunicação da nova geração.

Desde que conheci o trabalho do humorista Rafinha Bastos, me tornei fã, pois ele me faz rir com suas tiradas inteligentes, entretanto, ao saber que ele é jornalista, minha futura profissão, me tornei ainda mais fã, e comecei a perceber nele mais do que um simples humorista e jornalista, o seu histórico prova que ele é um comunicólogo completo.

Imaginar que 11 anos atrás, ele pisava em quadras universitárias dos EUA e arriscava uns arremessos como jogador de basquete, inclusive foi lá que ele se aproximou do gênero stand-up.

O gaúcho é apresentador do CQC, humorista, ator, jornalista e mostra suas facetas de comunicação em várias áreas, que estuda essa área de comunicação conseguirá perceber que ele é uma pessoa no programa “A liga” e é outra, totalmente diferente no “CQC” e é também, um terceiro Rafinha Bastos no palco em seu stand up.

Mostrou suas habilidades de ator em uma série do canal pago GNT, além de ter atuado em vários comerciais, alguém se lembra do comercial da “Leroy Merlin”, onde ele aparece ‘cantando’(na verdade ele só mexe a boca)?

No rádio, apresentou um programa erótico (?) vai entender né, eu não conheço e não sei como era esse programa, fiquem a vontade pra comentar e se manifestar.

Com apenas 34 anos, Rafinha é uma das jovens revelações da TV e podemos perceber que ele ainda tem muita lenha pra queimar e pode servir como inspiração pra muito aluno de comunicação, pois ele conhece o mundo publicitário dos comerciais, sabe como fazer rir de forma inteligente, sabe como ser um ótimo repórter e jornalista, e conhece o mundo da TV e do rádio como 85% dos estudantes gostaria de conhecer.

Deixo aqui em público os parabéns ao Rafinha Bastos, obrigado também aos leitores.

domingo, 5 de dezembro de 2010

Teatro, a gente vê por aqui

Já dizia o ator francês, Jean Barrault; “O teatro é o primeiro soro que o homem inventou para se proteger da doença da angústia”.

Com a frase desse ator francês, gostaria de introduzir aqui um tema que acredito nunca ter tratado no blog, o teatro.

A arte de interpretar é pra poucos, é difícil estar em cima do palco fazendo papéis, sejam dramáticos, sejam cômicos, não devo (e não quero) entrar no mérito do que é mais fácil, ou difícil de interpretar, cabe aos atores responder, ou não a essa pergunta.

O que me trouxe aqui para falar desse tema foi a minha noite de sábado, e eu precisava dividir com vocês tamanha felicidade que senti.

Quem lê o blog talvez já a conheça, pois eu a divulgo sempre por aqui, sou seu fã, seu amigo, estou falando de Milena Buarque, blogueira, futura jornalista e atriz.

Entre tantas qualidades que poderia citar (e realmente são muitas, poderia ficar horas escrevendo sobre ela) gostaria de ressaltar a facilidade em interpretar, fiquei simplesmente encantado com a peça “Chá da Lua” feita pelo grupo de teatro “Do palco ao Altar” da igreja do Bom Parto, no Tatuapé.

Quando vi a primeira cena da Milena, não acreditei que aquele era a minha amiga, a personagem havia tomado todo o seu corpo e ela era outra, caras e bocas, jeitos e trejeitos que não eram da menina que eu conhecia, fiquei completamente extasiado com tamanha facilidade de fazer teatro como se tudo não passa-se de uma brincadeira de criança, era evidente em seu olhar que ela se entregara de corpo e alma a tudo aquilo.

No final da peça não poderia esperar outra coisa se não aplausos de pé.

O teatro é uma arte que deveria ser mais popular, pois ainda existem pessoas que não tiveram a oportunidade de estar diante de uma interpretação como essas.

Parabéns a todos os atores e atrizes que fizeram parte dessa apresentação, o grupo “Do Palco ao Altar” merece muitos aplausos.


imagem retirada do blog do grupo, os direitos

autorais são do blog.


Informações:

"O Chá da Lua"

apresentações:

12/12 às 20h
19/12 às 16h

Os ingressos são vendidos na secretaria da Igreja do Bom Parto (R. Serra de Japi)

e a entrada do salão da apresentação é na outra lateral (R. Dona Cândida, 11)

terça-feira, 30 de novembro de 2010

Nova Brasil FM

Seja no metrô, no ônibus, na rua, no trem, na escola, na faculdade ou em qualquer outro lugar, todos um dia já saíram de casa com o fone de ouvido na orelha. Não sei dizer estatísticas certas, mas creio que nem todo mundo ouça músicas de seu celular, boa parte da população ouve certa estação de rádio, seja só pra curtir algumas músicas antes do trabalho, ou para ver como está o transito da cidade.

Sou mais um em meio a multidão que usa o transporte público diariamente, e por isso peguei o costume de carregar meu celular e colocá-lo no ouvido para fugir dos ruídos estressantes da cidade, encontrei uma rádio que já conhecia, mas ouvia pouco, a Rádio Nova Brasil FM, e agora, não posso usar o metrô sem ouvir essa estação.

Fazer elogios a uma rádio conhecida e famosa é fácil, porém, quero trazer a você leitor, a minha opinião sobre a linha de programação da emissora, e não pense você que estou aqui para fazer publicidade gratuita, só recomendo aqui coisas boas, e que eu aprovo no meu dia-a-dia

Veja você, que procurando uma boa musica nacional, encontrei a Nova Brasil, e como diria uma colega minha, “é meu numero”, pois sua programação musical leva ao ouvinte o melhor do MPB, gênero que gosto muito, de Jorge Vercillo a Guilherme Arantes, passando por Chico Buarque e Lobão, a rádio tem uma peculiaridade, a voz da locutora é leve, e calma, como se ela estivesse ali, sentado a sua frente, tomando um chá com você e falando sobre a vida.

Ouvindo a Nova Brasil, meu dia fica melhor, chego ao serviço com tranquilidade, e sem estresse, e mais, ainda me informo, pois o boletim de informações acontece durante a programação, nos intervalos de músicas.

A rádio Nova Brasil acertou em cheio e está sabendo valorizar nossa música, e sabe como tratar os ouvintes ao pé do ouvido, é fórmula perfeita de sucesso pra uma rádio, experimente você vai gostar.

sexta-feira, 26 de novembro de 2010

Fim do Casseta e Planeta

O assunto que está sendo comentado nas editorias de mídia nesta sexta-feira é o fim do programa “Casseta e Planeta” humorístico da globo que está no ar desde 1992, segundo um dos integrantes do grupo de humoristas, Helio de la Peña, o programa sairá do ar para que haja uma renovação e a promessa é que o novo projeto estréie no segundo semestre de 2011, Helio declarou: “Não dá para trocar pneu com o carro andando, só conversamos até a parada"

A noticia chegou rapidamente ao Twitter, como já era de se esperar, assim, piadas foram criadas e logo o programa estava nos assuntos mais comentados do dia, entre os comentários, a maior parte dos internautas se sente feliz com o fim do programa, o comentário que chama mais a atenção é de uma internauta que diz: “O Casseta e Planeta morreu com o Busunda”, fazendo alusão à morte de um dos integrantes do grupo, que faleceu em 2006, ano de Copa do Mundo.

Quando li a noticia, não me surpreendi, na verdade, eu até esperava por isso, mas o que quero defender é que muitos dos comentários feitos são tomados pela base da atualidade, e essas pessoas não conhecem a historia dos humoristas e de como o programa chegou a globo.

Primeiramente, deixar no ar um programa durante 18 anos não é fácil, e o mérito é de cada um que fez parte desse projeto. Agora o que certos desinformados não conhecem é a historia do grupo de humoristas.

O grupo surgiu através da parceria criada entre os criadores da revista Casseta Popular e no jornal Planeta Diário, duas publicações que usavam a ironia para fazer critica política; o impresso fez sucesso no Rio de Janeiro na década de 80.

Casseta e Planeta foi resultado dessa fusão de jornais, que acabou indo para a TV, deixando o impresso de lado, e fazendo um enorme sucesso na Rede Globo.

E por que acabou?

Agora vocês vão me questionar (e com razão), já que surgiu como uma bomba de sucesso, por que o ‘Casseta e Planeta’ acabou? Essa resposta vai do ponto de vista de cada um, e eu acredito que o humor mudou desde 80 e o Casseta se esqueceu de acompanhar essa evolução. Uma pena, pois se em 1980 eles reinventaram o humor, poderiam muito bem se reinventar e mudar o formato se adequando ao novo humor aplicado no Brasil.

Concordo com a internauta que diz que o humor do Casseta morreu com o Busunda, mas não concordo que ataquem os humoristas do grupo, eles têm o seu valor e sabem fazer humor.

Os meus verdadeiros desejos é que os Cassetas ‘troquem os pneus’, assim como disse Helio, e que voltem renovados, pois a Globo precisa de gente boa escrevendo o humor e a contratação do Bruno Mazzeo é um fator que me leva a acreditar na renovação do formato na Globo.

Se prepare pessoal, será o fim do ‘Zorra Total’ e de outros programas sem graça, pelo menos é o que a Globo mostra com essa atitude, e assim esperamos, e que os profissionais bons possam criar outros projetos e inovar, pois, eles ainda sabem fazer rir.

segunda-feira, 15 de novembro de 2010

As melhores coisas do mundo

O título dá a impressão de que vou filosofar sobre o ato de viver e sobre as melhores coisas da vida, mas na verdade, esse é o nome de um filme brasileiro que vi na noite do último sábado (13).

O longa é dirigido por Laís Bodanzky, o que me deixou mais intrigado para ver o filme, afinal, a brilhante produção de “o bicho de sete cabeças” eleva o currículo dela. E realmente o filme é bem dirigido, e bem fotografado também, cenário escolhido perfeitamente para o desenrolar da história.

Entretanto, nem tudo é um mar de rosas, o filme tem seus pontos negativos, e entre eles está o estereótipo criado em cima da imagem do adolescente de hoje, aquele menino de cabeço no estilo Justin Bieber é uma moda até no telão do cinema, o que me deixa um pouco decepcionado, pois nossa juventude não é feita somente de pessoas desse porte físico.

A história do filme vai de encontro com temas polêmicos, tais como o Bullying, o preconceito homofóbico, e a depressão, porém, acredito que mostrar o cotidiano de um jovem deveria ser menos fantasioso, pois me nego a acreditar que exista alguém que tenha a vida como a de Mano, protagonista do filme.

Fica a dica então para um aluguel em locadoras, ou para baixar o filme, vamos valorizar o cinema nacional, existem bons filmes feitos na terra tupiniquim

retirei essa imagem de um blog, os direitos de imagem não são meus.

domingo, 14 de novembro de 2010

Mural das oito

Olá amigos, tenho uma bela explicação para ter ficado um mês sem postar nada por aqui, o post de hoje. Oras, mas que explicação mais idiota é essa? Não, não é idiotice, hoje trago até vocês o projeto que deixou meu grupo de faculdade louco, rs.
Apesar dos problemas e da loucura que foi produzir esse jornal mural, o resultado foi mais do que esperávamos, vocês se lembram da mídia radical, não é mesmo? Assunto que já tratei aqui no blog, terminamos o estudo sobre esse conteúdo, criando uma midia radical . E é ele que trago aqui para vocês.

O tema do jornal, são as oito metas do milenio criadas pela ONU, e nele vocês poderão encontrar notícias escritas por nós, alunos do segundo ano de jornalismo da Universidade Cruzeiro do Sul. gostaria de agradecer diante de todos os meus amigos(as): Larissa Leonardi, Tatianne Franscisquette, Elizabeth Costa, Walace Toledo e a Profª MS. Regina Tavares, pessoas que tornam esse projeto possivel.

Na noite do último dia 9 tivemos o prazer de apresentar esse jornal no campus anália franco e mostrar aos alunos a importancia de relacionar esses oito temas na vida de cada um de nós.

Peço desculpas a todos se a visualização não for favorável para a leitura, comente caso não consiga ler, acredito que salvando no computador, é possível ampliar.