quarta-feira, 29 de setembro de 2010

O lixo da Política

Olá leitores, confesso que tenho aversão pelo tema política e que mal o trago aqui em pauta, alguns conceitos e ideologias me deixam enojado e ás vezes envergonhado, não entendo muito de muitas coisas da política nacional, por isso evito discutir, mas também, não poderia fechar meus olhos em plena época de eleição, e o fato de estarmos ás vésperas de tomar uma decisão séria, me fez refletir sobre o tema, afinal é a primeira vez que irei apertar a tecla verde sozinho (antes eu entrava na sala de votação com meu pai ou minha mãe, quem nunca fez isso?).

Todavia, não vim aqui para falar sobre as eleições em si, mas sobre uma coisa que pra mim é um ato de vandalismo contra a população, a panfletagem.

É comum receber na rua papéis sobre casas de prostituição, ou de prestadores de serviços esotéricos, porém em época de eleições, a panfletagem política é mais comum e maior do que deveria, afinal, já não basta a TV e o rádio para pedir voto? Hoje ao voltar do trabalho, andei por um mar de papéis, panfletos de diversos políticos, a cidade está imunda, parte por falta de educação das pessoas que pegam os papéis e simplesmente os jogam na rua, parte pela estrutura montada em volta da candidatura de determinado político.

Entramos em uma questão importante, o planejamento da imagem do político, é feito por um profissional ligado a comunicação, o assessor de imprensa, partindo do pressuposto que esse profissional usa como estratégia a panfletagem, temos ai uma dura critica a fazer aos profissionais dessa área, e pelo que se vê na rua, a tendência é pior.

Determinado político assume o compromisso de limpar as ruas da capital, então porque não começa antes mesmo de se eleito? Fazendo com que as ruas permaneçam limpas de seu sorriso amarelado estampado em papéis coloridos, talvez o próprio candidato não consiga responder a essa pergunta, afina, um grupo de comunicação ou um assessor responde sobre essa área.

Fica aqui minha critica aos assessores de imprensa, muitos deles formado em jornalismo, mas também fica minha dica, vote consciente.

PS: ao ler o texto, o título faz todo o sentido, não é mesmo?

sábado, 25 de setembro de 2010

O começo para alguns, e o fim para outros.

Olá leitores, o título do post de hoje pode parecer complexo, mas não é. Não vamos ficar aqui filosofando, nem nada. Na noite de ontem chegou ao fim a novela ‘Escrito nas Estrelas’, exibida pela Rede Globo no horário das 18 horas. Entretanto não é só do fim da novela que vamos falar aqui, mas também do ‘Ídolos’, reality show que teve sua temporada encerrada na última quinta-feira (23), além disso, vamos comentar o que a TV está trazendo de novo para substituir essa atração.

Escrito nas Estrelas

Essa foi a segunda novela seguida que assiste nesse horário, e não me arrependo, mal havia acostumado com o fim de ‘Cama de Gato’ (novela que antecedeu essa) e já tinha me tornado fã da trama de Elizabeth Jhin.

A história é dotada de polemicas, tais como: vida depois da vida e inseminação assistida pós mortem, e por isso, no meu pensamento surgiu um dúvida, será mesmo que a novela fará sucesso, por mais que o Brasil seja um país ligado as religiões espirituais, a polemica poderia fazer a novela sucumbir nos primeiros episódios, mas Elizabeth Jhin se saiu uma boa cozinheira, pois soube usar elementos certos na receita do sucesso, colocou a dose certa de polemica, de drama, e de humor, ingredientes que deixaram a novela gostosa, nem muito doce e nem muito salgado.

Para quem não assistiu à novela, as próximas palavras não farão sentido, mas peço que me desculpem, pois, quem assistiu á novela com certeza que ler uma opinião sobre o último capítulo; eu gostei. Achei que o fim foi exatamente o que se esperava, Viviane conseguiu finalmente ser feliz, e o Daniel se tornou fruto do amor da moça e do Ricardo.

Elenco e um caso a parte.

Precisamos dizer que o elenco dessa novela foi coisa de louco, ein? Humberto Martins e Natalia Dhill fizeram um casal muito bom e contracenaram de forma brilhante, Jayme Matarazzo mostrou total maturidade para um papel grande, e olha que esse foi só o seu segundo papel na televisão, se mostrou um belo ator e com certeza tem futuro.

O caso na parte não é o moço, por mais que ele tenha feito parte do elenco e tenha sido a grande revelação, o ator Alexandre Nero merecia um premio ao final da novela, aposto que nem mesmo a autora da novela esperaria o sucesso que foi o personagem Gilmar, um vilão, mulherengo e cômico que teve o fim mais legal para um vilão de todas as novelas já feitas pela Globo, ele foi morto por um tubarão, depois de ter fugido para o exterior.

Sei que o Alexandre não é leitor do blog, mas mesmo assim queria aqui parabenizá-lo por tudo que ele viveu na pele do divertido Gilmar.

Eu poderia gastar todos os caracteres do mundo para elogiar a novela.

E o que vem ai?

No lugar de ‘Escrito nas Estrelas’, a emissora carioca colocará uma novela chamada ‘Araguaia’, pelo que se apresentou no trailer o tema é interessante e o contexto da novela é chamativo, será que vou partir para a 3ª novela seguida? Ainda não sei, o primeiro capítulo é que vai responder a essa pergunta.

No elenco estarão nomes como: Lima Duarte e Edson Celulari, se nos basearmos nisso com certeza a novela será um sucesso, porém, é cedo para analisá-la, vamos esperar.

Ídolos.

Se o grande sucesso da Rede Globo foi a novela das seis, a Record teve também sua mina de ouro, aliás, é preciso ter algo de bom, afinal a Record está devendo muito ao publico que assiste a emissora, mas falar mal da Record é assunto para post futuros.

O ídolos está na terceira temporada, e é um reality show que mostra jovens de todo o Brasil lutando para se tornarem ídolos e conquistarem o sonho de gravar um CD.

O formato é igual ao do Ídolos estrangeiro e o programa é sucesso no mundo todo.

Na noite da última quinta-feira foi ao ar a final que iria corar um dos dois jovens como grande cantor do Brasil, e quem levou o carro e vai gravar um CD é o jovem Israel, de apenas 16 anos, (sim ele é mais novo que eu, rs). Dono de uma das vozes mais comerciais na minha concepção musical, o garoto de Itajaí, Rio Grande do Sul levou para casa um Kia Soul, além de realizar o sonho de gravar um CD, agora, e o principal objetivo no programa, que é tornar ídolo, será que isso é possível? Não sei, de todos os participantes de reality show musical, o que mais se destacou com o Thiaguinho, que hoje é vocalista do Exaltasamba, para quem não sabe, ele ainda era Thiago quando participou do Fama, um versão ‘menos boa’ do Ídolos que a Globo transmitiu em meados do ano 2000.

Tom Black e Israel, ta ai dois caras que merecem fazer sucesso, alguns outros nomes que passaram pelo programa também mereciam ser comentados aqui, mas é muita gente boa, por isso fica relatado aqui meu abraço a todos.

Antes de pensar em ser jornalista, eu pensava em ser cantor, cada dia mais tenho certeza que escolhi o caminho certo, não teria coragem suficiente para encarar um público de milhares de pessoas.

E o que vem ai?

Quando digo que a Record está devendo ao publico, não estou mentindo, adivinhem só o que vem por ai para substituir o programa ‘Ídolos’? Sim, se você disse ‘A Fazenda’ você acertou, o reality show cópia de Big Brother está para chegar, semana que vem já conheceremos os participantes da nova temporada.

Esse reality show precisa de um post próprio e prometo que ele existirá em alguns dias.

É isso ai leitor, assim segue a vida da TV, programas acabam e novos chegam para entrar no ar, cabe a você julgar o que é ruim e o que é bom, dê sua opinião sobre tudo isso, ela é sempre válida aqui.

quinta-feira, 23 de setembro de 2010

Matéria especial sobre os 60 anos da TV

Olá amigos, o blog iria falhar se não tivesse feito se quer uma postagem sobre o aniversário da televisão, no dia 18 eu estava trabalhando, por isso, não fui á festa que celebrou os 60 anos da TV, mas, na universidade, junto da competente colega Laís Carvalho, construímos uma matéria especial, que dei o nome de: “Histórias sobre a TV, que a TV não contou”

Abaixo segue a matéria completa e suas entrevistas, quando encontrarem as letras L e F em negrito, saibam que são as letras iniciais dos repórteres, Felipe e Laís, no caso eu e minha colega. rs

Histórias sobre a TV, que a TV não contou

No último dia 18, foi comemorado o aniversário da chegada da TV no Brasil, em alguns lares, a TV já faz parte da família, e não é mais um simples aparelho eletrônico.

Algumas histórias comuns se confundem com a história da TV, afinal, com a chegada dessa nova tecnologia, até então desconhecida, a rotina das pessoas mudou, era a grande novidade dos anos 50.

Como no caso do senhor Luiz Francfort, 71, homem que presenciou a chegada do VT no país, algo que mudou a forma de se fazer TV, quando puxamos o assunto televisão com o senhor Luiz, é inevitável não falar em Chico Anysio Show, primeiro programa do gênero humor gravado na televisão. Confira o bate-papo que tivemos com o senhor Luiz.

L e F: Como começou sua relação com a televisão?

L: Eu tinha 20 anos quando o videotape chegou ao Brasil, e antes eu não assistia muito televisão, sempre preferi o rádio, mas quando o programa do Chico Anysio entrou no ar, eu fui quase obrigado a assistir, ele é muito bom, pena que não tem espaço na TV.

L e F: Qual personagem o senhor mais gostava

L: Eu gostava de todos, ele fazia muito bem todos, mas aquele ‘Coalhada’ que imitava jogador de futebol era o melhor

L e F: O senhor largou o rádio depois que começou a assistir à televisão?

L: Claro que não, eu ouço meu rádio até hoje, eu só assistia mesmo o programa do Chico (Anysio), até o jogo do Palmeiras eu ouço pelo rádio, até hoje.

L e F: O senhor ainda acompanha o trabalho do Chico Anysio?

L: Não, ele agora não tem mais espaço, é um ótimo humorista, mas aquele programa que ele faz não é engraçado.

L e F: Qual é sua relação com a televisão hoje em dia?

L: Eu assisto o Jornal Nacional, ás vezes o futebol ou algum programa esportivo, mas não sou “vidrado” mais na TV, como antes.

O programa do Chico Anysio citado pelo senhor Luiz ficou no ar em 1960 pela TV Rio, Em 1971 ele foi recriado pela Rede Globo e acabou sendo substituído pelo programa Chico City, atração do mesmo humorista.

Se Luiz guarda na memória a TV dos anos 70, com Rubens D’Ávila não foi diferente, porém, em 1977, Rubens ainda era adolescente e tem na memória um dos programas infantis de maior sucesso da TV, o Sitio do Pica Pau Amarelo, criação baseada na historia de Monteiro Lobato, confira a historia de Rubens.

L e F: Como o senhor começou a assistir o sitio do pica pau amarelo?

R: Na época em que ia ar pela Globo (1977) eu tinha 17 anos já, mas meu irmão era menor que eu, então eu assistia junto com ele, eu não ia pras baladas como vocês jovens de hoje, a TV era uma bela forma de se distrair e o programa era bem legal.

L e F: Qual personagem do Sitio o senhor mais gostava?

R: Aquele que parecia um milho (Visconde de Sabugosa) o ar de inteligente dele era legal, ele vivia com livros na mão, era estudioso e isso fazia com que eu me dedicasse aos estudos também.

L e F: Quando o senhor parou de assistir ao programa?

R: Quando eu comecei namorar, depois que a gente conhece a menina, só pensa em levar ela para o cinema, para o parque e não em ficar em casa vendo TV.

L e F: O que o senhor achou da “reprise” que a Globo fez alguns anos atrás?

R: Eu gostei, assistia às vezes com o meu sobrinho, é bom ver que ele é fã de um programa que eu também gostava na idade dele, é uma pena que tiraram do ar.

O programa infantil Sítio do Pica Pau Amarelo ficou no ar durante nove anos, e em 2001 a emissora colocou a serie novamente no ar, recriando algumas historias e personagens, a serie dessa vez não vingou e durou pouco, em 2007 chegou ao fim, a atriz Isabelle Drummond ficou conhecida interpretando a personagem Emilia.

Em 1950 quando Assis Chateaubriand trouxe a TV ao Brasil, os aparelhos televisivos ainda não estavam na casa de todos paulistas, assim, chatô, mandou instalar televisores em pontos estratégicos das ruas de São Paulo, essa história, encontrada facilmente na internet, se confunde com a história de Adalberto Medeiros, 45, que ganhou uma televisão em uma rifa, ele nos conta detalhes desse fato.

L e F: Como foi que você ganhou a TV?

A: Eu sempre freqüentei um bar aqui perto de casa, e sempre tinha rifa lá, mas eu nunca assinei, nunca levei fé nessas coisas, mas naquela ocasião faltava só um nome e com a insistência do dono do bar, eu acabei assinando, só pra acabar com os nomes da rifa, depois de uma semana fiquei sabendo que tinha ganhado a TV.

L e F: Como sua mulher reagiu quando você chegou com a TV em casa?

A: Primeiro ela brigou comigo, por eu ter bebido de mais, depois acabou feliz, os meninos então, nem se fala, estavam doidos por uma TV nova

L e F: O que havia acontecido com a TV antiga?

A: A TV queimou, e era antiga também, a gente sabia que não ia durar muito.

L e F: O senhor passou a ter fé em jogos agora?

A: Sim, até jogo na Mega Sena de vez enquanto, quem sabe não ganho (risos)

Nesses 60 anos de televisão no Brasil de uma coisa temos certeza, todos têm uma história para contar.

E você, qual é a sua? comente.

terça-feira, 21 de setembro de 2010

Uma voz que toca o coração

Olá amigos leitores, vocês sabem dizer que foi James Clerck Maxwell? Se você não sabe, deixe-me explicar, James era professor de física e em 1863 demonstrou através de teorias, a existência de ondas eletromagnéticas, e esse estudo serviu de base para os outros pesquisadores, um exemplo que não pode ser deixado para trás é do alemão, Henrich Rudolph Hertz.

O estudo feito por esse alemão maluco foi marcante para a história da comunicação no mundo, e por isso, as freqüências e vibrações de ondas sonoras tiveram seu nome modificado, o que antes era quilociclos agora passou a ser chamado de quilohertz.

Outros nomes estiveram envolvidos nos estudos de ondas sonoras e eletromagnéticas, porém, pulemos essa parte mais física, e vamos apenas citar alguns nomes, deixando em aberto leitor, a oportunidade de uma pesquisa mais aprofundada por parte de vocês.

Nomes como, Guglielmo Marconi e do Padre Roberto Landel de Moura com certeza não podem ser esquecidos, esse ultimo era brasileiro, e infelizmente seus estudos só foram considerados importantes depois de sua morte, afinal, quando vivo, tinha a fama de louco.

Seria um erro imperdoável não falar no pai do rádio brasileiro, Edgar Roquette Pinto, carioca que mudou o cenário brasileiro da comunicação, abaixo, um trecho retirado de uma pesquisa facilmente encontrada na internet, o trecho relata 0,1% do que aconteceu na estréia desse veiculo de comunicação em nosso país.

“No ano que comemorou o I Centenário da Independecia do Brasil, ocorreu no Rio de Janeiro, por ser, na época, a capital federal, uma grande feira internacional, que recebeu visitas de empresários americanos trazendo a tecnologia de radiofusão para demonstrar na feira, que nesta época era o assunto principal nos EUA.

Para testar o novo meio de comunicação , os americanos instalaram uma antena no pico do morro do Corcovado (onde atualmente é o Cristo Redentos ). A primeira transmissão radiofônica no Brasil foi um discurso do presidente Epitácio Pessoa , que foi captado em Niterói, Petrópolis, na serra fluminense e em São Paulo , onde foram instalados aparelhos receptores. A reação de Roquette-Pinto a essa tecnologia foi: "Eis uma máquina importante para educar nosso povo".

Depois da primeira transmissão no Brasil , em 1922 Roquette Pinto tentou convencer o Governo Federal a comprar os equipamentos apresentados na Feira Internacional.

Para o bem da comunicação do Brasil, Roquette-Pinto não desistiu, e conseguiu convencer a Academia Brasileira de Ciencias a comprar os equipamentos. Foi criada a primeira rádio do país, a Rádio Sociedade do Rio de Janeiro, fundada em 1922 , e dirigida por Roquette-Pinto - atual Rádio MEC.” [...]

Trecho retirado do site Wikipédia.

Ao entrar na universidade percebi quão encantador é o rádio, e descobri mais sobre esse veículo de comunicação, lendo sobre ele, deixo aqui algumas dicas de livros, que conheço ou que já li sobre o rádio, vale a pena conferir.

  • Manual do Radiojornalismo- Heródoto Barbeiro
  • Historias que o rádio não contou - Reinaldo C. Tavares
  • Rádio: o veiculo, a história e a técnica - Luiz Artur Ferraretto
  • Jornalismo de rádio – Milton Jung
  • O rádio na Era da Comunicação- Eduardo Meditsch

Esses são apenas alguns livros de muito outros sobre o tema, deixo aqui a dica, procure ler apenas um desses livros, e verá que quando terminar, logo começara outro, pois a história do rádio é fascinante.

Paixão

Um vidro separa a mesa de áudio, do estúdio onde se encontram os microfones e alguns computadores e monitores, de lá, um homem sentado parece estar sozinho, porém, o operador daquele mesa de áudio cheia de botões faz um sinal com a mão, está no ar a rádio, e o homem precisa falar, com a voz empostada, o homem dá algumas noticias, conversa ao pé do ouvido com públicos diferentes, desde o homem de meia idade que atravessa uma grande metrópole de carro, até a dona de casa que aumenta o rádio para não ser incomodada pelo barulho que faz uma panela de pressão quando o feijão está sendo cozido.

Ah, quanta gente ao mesmo tempo ouve aquele homem falar, quantas pessoas imaginam como ele é, somente por sua voz.

O homem que fala ao microfone sorri, e então seu programa acaba, outra vez vem um sinal do operador de botões, e naquele dia, aquele homem vai para a casa sorrindo, com a satisfação do dever cumprido, aquele homem de meia idade, conseguiu sair do transito sem perceber, havia se distraído tanto com o rádio, que as horas passaram voando, e a mulher então? Por pouco não queima o feijão.

A crônica acima, eu escrevi faz algum tempo já e na verdade ele era maior e tinha um final bem legal, mas não me lembro agora, já faz muito tempo mesmo que a escrevi, esse trecho é apenas para mostrar a vocês, de uma forma mais leve, como o rádio pode ser apaixonante.

Música, jornalismo e futebol

O rádio, assim como a televisão, leva ao publico diversos gêneros e formatos de programação, afinal, a intenção é atingir todo tipo de púbico, assim, as notícias são para quem quer se informar rapidamente, pois o rádio é o veiculo mais veloz quando o assunto é furo de reportagem.

Existe também que queira apenas o entretenimento, assim, ás rádios FMs levam ao público musicas 24 horas por dia.

Ainda sobre o assunto música, não podemos deixar de citar os primeiros sucessos musicais do rádio, artistas como: Hebe Camargo, Nelson Gonçalves, Ivon Cury, Gilberto Alves, Vicente Celestino, Ataulfo Alves, Lupicínio Rodriguez, entre tantos outros eram considerados verdadeira estrelas do rádio, eu pessoalmente, sou fã desse gênero musical que transita de Bolero a Musica Popular Brasileira, passando por Bossa Nova.

Há quem diga que é mais emocionante ouvir um jogo de futebol pelo rádio do que ver na televisão.

A história do futebol se confunde com a história do rádio, dessa ligação entre esse esporte e esse veículo encontra-se muitos “causos”, passaríamos horas e horas falando sobre eles, porém, para ilustrar a história do rádio e do futebol e da paixão pelo esporte, pelo veículo e tudo mais, separei o texto da coluna do O Globo assinada pelo ator e comediante Bruno Mazzeo, inclusive, já coloquei o link dessa coluna aqui no blog, como dica, infelizmente não posso reproduzir o texto na integra, devidos aos direitos autorais, direito total do site do O Globo, porém, você encontra a publicação clicando aqui.

Essa postagem poderia ter mais 1 milhão de caracteres, eu realmente poderia ficar aqui falando sobre rádio o dia todo, então para que o texto não fique ainda maior, gostaria de parabenizar todos os radialistas do país, tenho alguns amigos nessa área e talvez eu entre no meio radiofônico em breve, assim, fica a minha pequena homenagem a todos que fazem parte de voz, que toca o coração.

Observação: Estou devendo para vocês, um texto sobre a história dos 60 anos da TV, ele já está pronto e logo eu postarei aqui, construí junto com uma amiga da universidade uma matéria super especial sobre a TV, aguardem.

Copa do Mundo?

Olá leitores, hoje, ao chegar às proximidades do metro Tatuapé, me assustei, uma massa de pessoas indo e vindo para lá e para cá como se estivessem cegas, fechei os olhos e me vi no cenário do livro de Saramago, uma viagem em pensamento que deveria ser interrompida, ou então, me atrasaria para o trabalho, vejam só a falta que faz, um jornal, ou então, assistir ao noticiário, hoje, só por hoje eu não estava informado, pois demorei no banho e não deu tempo de dedicar os quinze minutos diários a TV, ou rádio, ou jornal, assim, não fiquei sabendo que o metro não estava funcionando.

Aquela massa de pessoas indo e vindo, agora fazia sentido, e eu era mais um no meio da multidão, o serviço de som da estação Tatuapé dizia para que todos saíssem da estação, pensei que aquilo fosse explodir.

Ao abordar um funcionário do serviço de metrô, obtive a informação de que o trem da linha vermelha (a linha que uso) foi danificado por vândalos, porém, ao chegar em casa, procurei na internet alguma notícia sobre o acontecimento e a informação que tive foi de que alguém acionou o botão que abre as porta e os usuários começaram a descer e andar nas vias.

Assim, cheio de informações desencontradas foi a minha manhã, não pude ir trabalhar.

Já que o principal tema do blog é mídia, quero deixa um pequeno recado, para que o povo brasileiro não se iluda, pois, o Brasil é um país que não merece ter Copa do Mundo, pois, se em plena terça-feira não conseguimos usar o transporte publico, quem dirá fazer um evento dessa grandeza.

Muita coisa está por trás disso tudo, peixes grandes vão faturar com a Copa, enquanto nós ficamos assim, andando em vias, se empurrando e se exprimindo para poder chegar ao trabalho

Acorda mídia brasileira, acorda jornalismo esportivo, acorda povo, Ricardo Teixeira e a corja toda devem ser banidos da política esportiva desse país, Ah claro, sem contar que estamos ás vésperas das eleições, e somos obrigados a ouvir coisas como “pior que tá, não fica” ou então “vote com prazer”

Que país é esse? É a Pátria amada Brasil.

ps¹: No exato momento em que terminei de escrever esse post, recebi a noticia de que o metro havia voltado a funcionar, e que ao total foram 1 hora e 40 minutos de paralisação, brincadeira, né?

ps²: esse post talvez tenha fugido um pouco do tema do blog (mídia), mas é a forma que encontrei de expor minha insatisfação com tudo isso. fique a vontade para dar sua opinião.

segunda-feira, 20 de setembro de 2010

Jornalismo Visual

Olá leitores, vocês já pararam para pensar em tudo aquilo que está no jornal, mas que não é texto? Se a resposta foi não, fique calmo, é comum que deixemos passar esses detalhes, e para corrigir essa falta de atenção vamos discutir esse mundo chamado jornalismo visual, mas não se iluda pensando que tudo comentado nesse post, serve de aprendizagem sobre o mundo visual do jornalismo.

Desde sempre as universidades aderem a disciplina jornalismo visual, e por mais que ela tenha nomes diferentes – isso varia de universidade para universidade- o conteúdo é igual ou parecido.

A preocupação de colocar essa disciplina na grade de jornalismo só tem aumentado, afinal, a sociedade de hoje é completamente imagética, ou seja, vivemos pelas imagens e em um país, onde infelizmente se lê cada vez menos, as fotos, infográficos e imagens são necessários.

Abaixo um exemplo, uma capa do jornal folha de S. Paulo, percembam que nem só de texto é

feita a pagina.


Mas por que isso?

Por que usar imagens? Essa é uma fácil pergunta, porém, podemos encontrar diversos caminhos para respondê-la, como já citei a escassez da leitura, vamos usa- lá como primeiro argumento.

Se um jornal é composto somente por textos, ninguém lê.

Porém, colocar imagens em um impresso, seja ele revista ou jornal, não é tão fácil quanto parece, é preciso um planejamento gráfico, e alguns estudos mais aprofundados podem levar a uma especialização desse tema que é muito vasto, e mais ... o mercado necessita de profissionais capacidados para essa área, eu pessoalmente, não sou fã dessa área jornalística, mas a realidade é que ela tem uma porta aberta no mercado.

Ir além das fotos

Quando se fala em jornalismo visual, é preciso que entendamos que esse estudo não é somente baseado em fotos, mas também em gráficos, infográficos, ilustrações e muito mais, é uma área de enorme variedade que não me cabe aqui dizer, até porque ainda estou em fase de aprendizagem sobre esse tema

O que posso dizer para concluir é que o jornalismo visual é fundamental na vida de qualquer jornal impresso, e que muitas vezes, o velho ditado ajuda na construção de um texto, ou seja, uma imagem diz mais do que mil palavras, e por isso é possível colocar informações em imagens que ficaram “pesadas” em texto.

Abaixo, deixo uma imagem que mostra uma página de revista trabalhada completamente pelo jornalismo visual, veja se a reportagem não fica muito mais legal de se ler.


E você, o que acha do jornalismo visual? Dê sua opinião.

quinta-feira, 16 de setembro de 2010

Que sirva de exemplo...

Olá amigos leitores, quem leu o ultimo post, viu que eu prometi contar alguns planos que estão acontecendo em minha vida, pois bem, o que vou relatar aqui pode servir de inspiração para todos os alunos de comunicação que lêem o blog, por isso fique atendo e qualquer dúvida, sugestão ou qualquer outra mensagem é sempre bem vinda, fique a vontade para comentar.

Surgiu para mim uma proposta, que estou analisando com calma e arquitetando, uma rádio pela internet, a Rádio WebPaulistana, me chamou para fazer um quadro em um dos programas da emissora radiofônica, sou ouvinte de alguns programas da rádio, que levam ao publico, músicas sertanejas, e o melhor da música popular brasileira.

Em contato com o operador de mesa de som, meu colega, Neto de Oliveira, recebi a proposta de fazer algo relacionado a meu curso de comunicação, foi combinado de que eu pensaria em um projeto e enviaria um e-mail a ser analisado pelos responsáveis da rádio.

Aqueles que lêem o blog e me conhecem pessoalmente, sabem que sou apaixonado por televisão, por rádio e qualquer outra coisa que seja relacionada ao tema mídia, e por isso aceitei a proposta de cara, e pensei em expandir o blog, ou seja, fazer uma conglomeração de mídia, assim iria abordar temas parecidos com o que aborto aqui no formato combatível ao rádio.

Acabo de enviar essa proposta para a rádio, e assim que obtiver uma resposta coloco-a aqui, para deixar vocês informados.

Primeiro Plano.

Se não bastasse o convide da rádio, estou em pleno vapor em outro projeto, que na verdade é apenas um momento de experiência que pode se tornar um estágio, a empresa Primeiro Plano é responsável por registrar momentos de felicidade, ou seja, grava e fotografa casamentos, aniversário, etc. para que as lembranças daquela data tão especial, sejam guardadas com carinho.

Minha função lá é editar os vídeos de casamento, e estou completamente feliz, apesar de não tem completado uma semana ainda, e nem saber se estão gostando de mim por lá, a única coisa que tenho certeza é que estou adorando fazer o que faço.

Gravar e editar eventos me torna uma pessoa mais sensível e observadora, pois é preciso sentir o momento para fazer uma edição perfeita, ainda sou um aprendiz dessa aventura, mas mergulhei de cabeça, e com certeza estou em um momento bom da minha vida.

E eu com isso?

Algumas pessoas que estão lendo agora o blog pensaram: o que eu tenho a ver com todos esses projetos? Que bom que você conseguiu, mas não quero saber de sua vida!!

Ok, deixe-me defender antes de ser acusado, rs, quero servir apenas de exemplo, pois estou no segundo ano da universidade e apesar de não estar atuando no meio jornalístico, propriamente dito, percebi que comunicação vai muito além do que conhecemos e se você gosta dessa área, a estuda, ou simplesmente sonha em atuar, mergulhe de cabeça a cada novo projeto, se dedique a ler, estudar sobre a comunicação, faça contatos, use as redes sociais para interagir como todo esse meio midiático, isso faz bem, você vai ver.

Aline Veingartner

Já comentei aqui que um dos meus blogs favoritos nesse mundo tecnológico é o da Aline Veingartner, porém, para quem ainda não ouviu esse nome, ai vai um recado: se liga galera, pois, em pouco tempo ela será a maior escritora que esse Brasil já conheceu, tenho certeza disso.

Estou-a mencionando aqui, pois, não poderia de falar em projetos sem falar em Aline Veingartner, ela sim é verdadeira inspiração para todos os jovens, apesar da pouca idade que tem (sei lá, eu considero uma pessoa de 19 anos ainda jovem) Aline já escreveu seu primeiro livro, “o menino sem nome”

Confesso que ainda não li o livro, mas sou fã de seu blog e com certeza vou ler seu primeiro trabalho.

No blog da Aline, é possível encontrar mais informações sobre o livro, existe também por lá, uma promoção bem bacana, recomendo que todos participem, pode mencionar que foi o Felipe Accacio que indicou.

Um projeto de um livro, um quadro pra um programa de rádio, um estágio de edição e gravação de eventos, tudo é possível na comunicação quando se tem paixão, se você é apaixonado por comunicação se dedique, pois é possível sim ser feliz nessa área.

Saibam que estou a disposição para qualquer conversa, sigam-me no twitter, me mande e-mail pelo Felipe.accacio@yahoo.com.br

Boa sorte a todos